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NOTÍCIAS

  • 06/06/2013

    Ministério Público investiga indício de fraude em concurso da polícia do PA

    O Ministério Público do Pará instaurou um inquérito civil nesta quarta (4) para investigar indícios de fraude no concurso para delegado e investigador da Polícia Civil realizado no dia 5 de maio. Segundo a promotora Elaine Castelo Branco, diversas pessoas inscritas no concurso relataram irregularidades antes da prova e durante o concurso.

    A promotoria de direitos constitucionais apura a denúncia de um estudante do Mato Grosso, que alega ter testemunhado a realização de um cursinho preparatório no local da prova, na véspera do certame. Além desta denúncia, candidatos também criticaram ocorrências registradas no dia da prova.

    Segundo o MP, a promotoria recebeu relatos de que não foi exigida a retirada de objetos pessoais como celulares e relógios que podem ser utilizados para cola eletrônica, antes da realização da prova. Além disso, o MP diz que recebeu denúncia de que houve negligência na identificação dos candidatos e que, com isso, qualquer pessoa poderia fazer a prova. Outros candidatos relataram ainda que os lacres da prova estavam violados, e que algumas pessoas levaram gabaritos para a sala de aula.

    Organização diz que tomou medidas de segurança

    Em nota oficial, a Secretaria de Aministração (Sead), a Polícia Civil e a Universidade do Estado do Pará (Uepa) , que executou o concurso, disseram que "foram ofertadas todas as condições físicas infra-estruturais de segurança para garantir a lisura do certame", e que foram adotadas medidas de segurança como "o recolhimento dos aparelhos celulares em sacos plásticos devidamente isolados, a fiscalização com detector de metais na porta de entrada de cada um dos locais de prova, inclusive dos banheiros, vistoria dos locais de realização de provas, acompanhamento dos coordenadores e dos fiscais e da polícia quando necessário".

    A nota diz ainda que fiscais e as equipes que trabalharam no concurso receberam orientações para reigstrar em ata qualquer ocorrência fora do normal, e que a Sead, Polícia Civil, a Uepa e a Comissão do Concurso vão apurar todas as denúncias e prestar os esclarecimentos solicitados pelo MP para garantir a transparência do concurso.

    Entenda o caso

    Esta não é a primeira vez que um concurso para cargos na Polícia Civil fica sob suspeita no Pará. Em setembro de 2009 o concurso para delegado, escrivão e investigador da Polícia Civil foi anulado no Pará após a Sead confirmar que envelopes terem sido violados antes do concurso. A fraude teria sido cometida por uma quadrilha presa no dia anterior da prova.

    Fonte: Globo - G1 PA

  • 03/06/2013

    Sete são presos sob suspeita de fraude em concurso do Ministério Público no CE

    Sete são presos sob suspeita de fraude em concurso do Ministério Público no CE

    Sete pessoas foram presas sob suspeita de fazer parte de uma quadrilha especializada em fraudar concursos públicos neste domingo (2) em Fortaleza. Os nomes dos acusados não foram divulgados.
    Segundo o Ministério Público Estadual do Ceará, o alvo da quadrilha seria o concurso do próprio órgão, que aplicou provas para analista e técnico, no domingo. A quadrilha cobraria 30 mil reais para fornecer as respostas do concurso por meio de ponto eletrônico.

    Os supostos participantes da fraude estavam sendo monitorados há duas semanas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do MP-CE, em conjunto com a polícia civil.

    O Ministério Público informou que a fraude seria praticada por meio de pontos eletrônicos, que seriam entregues a candidatos inscritos para que recebessem as respostas das questões da prova. De acordo com a polícia, foram apreendidos 41 pontos eletrônico, celulares e transmissores Bluetooth com o líder da quadrilha, que não teve o nome divulgado.
    Durante a ação, foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Roberto Ferreira Facundo, da 3ª Vara Criminal de Fortaleza.

    O promotor de Justiça Manoel Epaminondas Vasconcelos Costa, que compõe o Gaeco, afirmou que o MP e a polícia realizaram uma investigação e montaram um esquema para pegar os supostos fraudadores.
    Segundo o promotor, foram instalados detectores de metal para desarticular a fraude. “O uso de detector de metais causou transtornos para alguns candidatos, mas foi necessário para garantir a lisura do certame, pois sabíamos a forma de atuação da quadrilha e que os integrantes agiriam no início da manhã durante o concurso.”
     

    Aliny Gama
    Do UOL, em Maceió

    Fonte: UOL

  • 03/05/2013

    Estudantes usam 'dublês' para fraudar vestibular de Medicina em MG

    Estudantes usam 'dublês' para fraudar vestibular de Medicina em MG

    A Polícia Civil de Minas Gerais diz ter provas de que quatro estudantes fraudaram o vestibular do Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam). Eles usaram "dublês" para ir bem na prova de Medicina no fim do ano passado, mas a fraude foi descoberta no exame grafotécnico e no depoimento dos suspeitos. Ouvidos em delegacia eles disseram desconhecer palavras que usaram na redação.

    Policiais iniciaram a apuração após denúncia da própria faculdade, que soube que um aluno foi visto em sua terra de origem no dia do vestibular. Os envolvidos seguem estudando, mas já respondem também internamente e podem ser expulsos no final do primeiro semestre.

    O exame grafotécnico apontou que as assinaturas de quem fez a prova com as dos envolvidos não batiam. Eles também não souberam explicar respostas do vestibular ou termos usados na redação. Em uma delas, por exemplo, foi citado o ex-ministro Delfim Netto, mas o aluno afirmou desconhecer quem seria ele.

    Os estudantes têm entre 18 e 33 anos e são dos municípios de Porangatu (GO), Guanambi (BA), Natal (RN) e Lages (SC). Apenas um deles se antecipou e abandonou o curso durante as investigações. De acordo com o delegado Luiz Mauro Sampaio, eles desembolsaram entre R$ 20 mil e R$ 50 mil cada para uma quadrilha especializada nesse tipo de golpe.

    Eles foram ouvidos e liberados para responderem em liberdade porque não dificultaram as investigações, mas serão indiciados por falsidade ideológica, estelionato e falsificação de documento público. Somados, esses crimes podem render pena de até 16 anos de cadeia.

    Via estadao.com.br

    Fonte: Estado de São Paulo - RENE MOREIRA